sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Mitos e Verdades sobre a Coluna Vertebral

Estar com sobrepeso contribui para as dores nas costas?

VERDADE -  A dor nas costas é mais comum em pessoas que estão fora de forma. O excesso de peso comprime a coluna e aperta os discos intervertebrais, tornando-os propensos à herniação e à degeneração. Pessoas com a barriga muito grande forçam uma curvatura natural que temos na coluna lombar, levando à hiperlordose, gerando uma alteração postural. Contudo, a solução também não é emagrecer excessivamente: as pessoas muito magras, como as que sofrem de anorexia, também podem apresentar dor nas costas, devido à deficiência de nutrientes e à perda de massa óssea, que pode resultar em fratura.

Colchões mais duros são melhores?

MITO - Um estudo de longa duração realizado na Espanha, com pessoas que apresentavam dores nas costas não específicas. mostrou que as pessoas que dormiam em colchões de densidade média/firme tiveram menos dor e desabilidade do que aquelas que dormiram em colchões firme. No entanto, dependendo dos hábitos de sono e a causa da dor nas costas, pessoas diferentes podem precisar de diferentes colchões. O colchão bom é aquele em que você dorme e acorda descansado, recuperado, pronto para o novo dia!

A dor nas costas piora com a idade?

MITO - Uma nova publicação de agosto de 2012 do Jornal Chiropractic Manual Therapy tento responder a questão. O propósito foi determinar se qualquer tipo de dor nas costas, do pescoço até a lombar, se torna mais comum em populações mais idosas através da comparação com a prevalência em pessoas de idade média. Também procuraram se havia aumento continuado até idade mais avançada.
A revisão considerou 12 estudos. Os revisores concluíram que a dor nas costas não é mais comum em pessoas com mais de 60 do que em aqueles em idade média. Também descobriram que a dor nas costas não aumenta conforme você envelhece. Na realidade, as pesquisas sugerem que a dor nas constas diminui em pessoas mais velhas.


Devemos sempre sentar com a coluna ereta?


MITO - Tudo bem que sentar curvado é ruim para a coluna. Mas  sentar muito reto por longos períodos também pode ser prejudicial. Se você passa muito tempo sentando, o ideal é, durante o dia, tentar levantar-se, fazendo pausas e evitar ficar muito tempo sentado. O corpo é desenvolvido para o movimento Precisamos nos movimentar.




Eu tenho dor nas costas, então eu devo ficar na cama e repousar?

MITO - Dependendo da fase da dor. Por exemplo, na fase aguda da lesão, o repouso pode ser útil para acalmar a dor e evitar mais lesões no tecido. No entanto, a fase aguda geralmente dura poucos dias. Para dores de longa duração é recomentado movimento, atividade. Isto vai:

  • Acelerar a cura através do bombeio do lixo metabólico
  • Prevenir recidiva de lesão pelo fortalecimento dos músculos, equilibrando a força dos grupos musculares opostos e aumentando a flexibilidade
  • Aliviar a depressão pela liberação de endorfinas.

Exercício faz mal para a dor nas costas?

MITO - Um grande mito. A verdade é que exercícios regulares previnem as dores nas costas. Para quem sofreu uma lesão aguda, os exercícios físicos dever ser feitos de forma controlada e orientada, adaptados para a capacidade física do paciente. Conforme o paciente vai evoluindo, os exercícios gradualmente poder ir aumentando de intensidade. Assim que a dor aguda desaparecer, o recomendado é que seja inserido um novo hábito de vida, com rotina de exercícios para evitar a futura recorrência das dores nas costas.

Quem sofre de dor nas costas precisa de cirurgia?

MITO - Somente uma pequena porcentagem de pessoas que sofrem de dor nas costas requer cuidados cirúrgico. A pesquisas demostram que aproximadamente 90% das dores nas costas desaparecem com o tratamento conservador, como por exemplo,  A QUIROPRAXIA. Existem poucos casos nos quais a cirurgia seria indicada, como fratura cervical ou se a pessoa tiver sintomas como fraqueza nas duas pernas com piora progressiva, e/ou incontinência fecal/urinária, cuja causa seja a coluna vertebral.

A dor vem de dentro da sua cabeça?


VERDADE - Toda dor é real, mesmo uma causa física que não consiga ser descoberta. O sistema nervoso recebe os estímulos de dor e "processa" esta informação no cérebro e responde a este estímulo com a mensagem de dor. Portanto, a dor está dentro da cabeça, no cérebro.



Mesmo com dor, eu posso fazer minhas atividades favoritas?

VERDADE - Pesquisas recentes em neurociência voltadas para o manejo da dor têm considerado como tratamento a distração, a mudança de foco da dor para algo que dê prazer. Portanto, se jardinagem é algo que a pessoa com dor nas costas gosta de fazer, pela distração do cérebro e pela mudança de foco, é indicado que se faça essa atividade. Mesmo que biomecanicamente a articulação, a coluna e os músculos possam ficar em posição inadequada, não devemos esquecer do cérebro, que é quem, na verdade processa todas as informações.
Devemos exercitar o corpo físico e o corpo virtual (que é a imagem cerebral que temos do nosso corpo físico no cérebro).





Fonte: yahoo.



sábado, 18 de agosto de 2012

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)


Primeiramente, publico essa matéria pois é uma doença que poucos conhecem, há pessoas que tem a doença e não sabem muita coisa sobre ela e da importância de um diagnóstico rápido e preciso.

O primeiro passo para você conhecer melhor a esclerose lateral amiotrófica, e principalmente entender seus mecanismos e forma de atuação, é saber o que significa. E não esqueça: a qualidade de informação é a principal ferramenta para se conviver com esse tipo de doença.

O que significa ELA?

ELA é a abreviatura de Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença cujo significado vem contido no próprio nome:

Esclerose significa endurecimento e cicatrização.
Lateral refere-se ao endurecimento da porção lateral da medula espinhal.
amiotrófica é a fraqueza que resulta na atrofia do músculo. Ou seja, o volume real do tecido muscular diminui.

A esclerose lateral amiotrófica é uma doença nervosa grave e rara, também denominada doença de Charcot. Esta afecção caracteriza-se pela destruição progressiva dos neurónios motores, que controlam a actividade dos músculos envolvidos nos movimentos voluntários e involuntários (actividade reflexa).

Esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma das principais doenças neurodegenerativas, ao lado das doenças de Parkinson e de Alzheimer.

Idade é o fator preditor mais importante para sua ocorrência, sendo mais prevalente nos pacientes com idade entre 55 e 75 anos.
Trata-se de um distúrbio progressivo que envolve a degeneração do sistema motor em vários níveis: bulbar, cervical, torácico e lombar.

Acredita-se  que, por ocasião do primeiro sintoma, mais de 80% dos neurônios motores já foram perdidos.
Mais de 90% dos casos são esporádicos, e o restante tem padrão de herança autossômica dominante, às vezes relacionado à mutação do gene SOD1.


Como se desenvolve e o que se sente?

Câimbras são comuns e podem anteceder a fraqueza muscular e atrofia que se inicia pelas mãos, outras vezes pelos pés.
A doença se caracteriza por degeneração dos feixes corticospinais (via piramidal) e dos cornos anteriores da medula, motivos pelos quais poderão aparecer fraqueza muscular sem dores, atrofias musculares, fasciculações (movimentos involuntários visíveis em repouso) e espasticidade (contração súbita e involuntária dos músculos).
Este quadro começa lentamente a progredir, comprometendo finalmente os membros superiores e inferiores juntamente com a musculatura do pescoço e da língua, em alguns casos. O paciente pode manifestar dificuldade para deglutir, engolir a saliva e os alimentos (disfagia), apresentar perda de peso, e dificuldade na articulação das palavras (disartria).
A fala pode ser flácida ou contraída, podendo haver uma alternância desses dois aspectos. A dificuldade de deglutir resulta em sialorréia (salivação), enquanto as dificuldades de respirar levam a queixas de cansaço.
A sobrevida média dos pacientes com ELA é de 3-5 anos. Na ausência de ventilação mecânica prolongada, a porcentagem de sobreviventes em 10 anos é de 8%-16%, podendo chegar a 15 anos ou mais com a ajuda de suporte ventilatório.

Como a ELA começa a se manifestar?

Geralmente, a ELA começa pelos membros superiores; eventualmente, pelos membros inferiores.

Diagnóstico

Ao realizar o diagnóstico, é necessário afastar possibilidades de compressões medulares, seja por tumores da medula espinal ou patologias raquidianas. Miopatias, atrofia por escoliose cervical, disco intervertebral roto, malformações congênitas da coluna cervical e esclerose múltipla devem ser excluídos como causa da atrofia muscular.
Exames como Tomografia Computadorizada (CT) e Ressonância Magnética Raquidemular (RNM) e Eletroneuromielografia são elementos de peso para corroborar os achados clínicos. É bom lembrar que os sistemas sensitivos, os movimentos oculares voluntários e as funções intestinais e urinárias costumam ser normais.

O diagnóstico de ELA é feito com base na presença de sinais de comprometimento do neurônio motor superior e inferior concomitantes em diferentes regiões. Os critérios  classificam os diagnósticos em vários subtipos.

ELA definitiva - Sinais de neurônio motor superior (NMS) e inferior (NMI) em três regiões (bulbar, cervical, torácica ou lombossacra).

ELA provável - Sinais de NMS e NMI em duas regiões (bulbar, cervical, torácica ou lombossacra) com algum sinal de NMS rostral aos sinais de NMI.

ELA provável com suporte laboratorial - Sinais de NMS e NMI em uma região ou sinais de NMS em uma ou mais regiões associados à evidência de denervação aguda à eletroneuromiografia em dois ou mais segmentos.

ELA possível - Sinais de NMS e NMI em uma região somente.

ELA suspeita - Sinais de NMS em uma ou mais regiões (bulbar, cervical, torácica ou lombossacra). Sinais de NMI em uma ou mais regiões (bulbar, cervical, torácica ou lombossacra).

Em todas as modalidades, deve haver evidência de progressão da doença e ausência de sinais sensitivos.

O que as pesquisas vêm detectando? 

Os últimos experimentos realizados com camundongos, alguns deles com quadro clínico semelhante ao de ELA nos humanos, têm permitido entender melhor o porquê da lesão da célula nervosa. Parece que a falta de uma proteína denominada parvalbumina é a chave essencial para este processo de morte celular

Quanto tempo, em média, leva para se fazer um diagnóstico correto da doença?

Atualmente, levam-se de 10 a 11 meses, do primeiro sintoma à confirmação do diagnóstico. A falta de conhecimento faz com que o paciente procure primeiro um ortopedista. Para se ter uma idéia, nesse espaço de tempo (de 10 a 11 meses) o paciente passa, em média, por 4 médicos; dois deles, ortopedistas.


Existe uma forma mais agressiva de ELA?

Sim, quando ocorre a paralisia bulbar progressiva (ataca a língua e a glote). Com isso, o paciente deixa de mastigar e falar, passando a diminuir rapidamente de peso.

Tratamento

O tratamento é multidisciplinar sob a supervisão de um médico e acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.
A pesquisa com os chamorros serviu de base para o desenvolvimento de uma droga que inibe a ação tóxica do glutamato, mas não impede a evolução da doença. Os experimentos em andamento com animais apontam a terapia gênica como forma não só de retardar a evolução como possibilidade de reverter o quadro.
                                                                            

Cientistas descobrem novo alvo para tratar esclerose lateral amiotrófica

Cientistas descobriram um novo tipo de célula neural que parece estar ligada ao desenvolvimento da esclerose lateral amiotrófica. Não existe hoje nenhum tratamento para essa doença e, segundo os cientistas, qualquer maneira de frear seu avanço já teria um grande impacto para a medicina.
A esclerose lateral amiotrófica mata, aos poucos, os neurônios motores. O paciente sofre paralisias e, em alguns anos, morre em decorrência dos sintomas, na maioria dos casos. A doença também é conhecida como mal de Lou Gehrig, em homenagem a um jogador de beisebol que morreu dela.
O novo tipo de célula descrito no estudo – publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences – é uma variação do astrócito. Os astrócitos são células muito comuns no cérebro, que ajudam a fornecer energia aos neurônios e a protegê-los. Porém, há casos em que esses astrócitos se tornam tóxicos e matam os neurônios.
Os astrócitos descobertos na pesquisa são dez vezes mais tóxicos do que qualquer outra célula do tipo já conhecida e atacam somente os neurônios motores. A essa variação os cientistas deram o nome de “astrócitos aberrantes” – ou células AbA.



Para entender melhor como funciona a progressão da doença, veja a reportagem gravada em setembro de 2010 com a doutora em psicologia social Lucília Augusta Reboredo. Ela é de Piracicaba e tem a doença:



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Osteoporose


A osteoporose era uma doença popularmente conhecida por acometer pacientes idosos. Era associada principalmente a mulheres, e quando a doença se manifestava elas ficavam com a coluna muito curvada ou simplesmente não pudiam mais andar. Atualmente cerca de 20 milhões de mulheres americanas sofrem de osteoporose, porém 80% não sabe. A osteoporose é uma condição crônica e progressiva.
  
Esta doença é um produto do corpo, não para formar novo osso suficiente, e ou / ou quando o corpo absorve a maior parte do osso velho. Poucas pessoas sabem que à medida que a idade do cálcio e fosfato que forma os ossos podem ser reabsorvidos de volta para o corpo. Isso faz com que o tecido ósseo mais fracos resultando em ossos frágeis e frágeis, que são suscetíveis a fraturas, mesmo sem ferimentos. 

A maioria dos casos de osteoporose ocorre em mulheres em idade de menopausa, quando uma queda nos níveis de estrogênio em mulheres causador da doença para o avanço (ou ao redor da mesma idade, uma queda de testosterona nos homens). Mais mulheres do que homens acima dos 50 anos serão diagnosticados com esta doença.
Esta condição pode levar a fraturas, principalmente na região do quadril, coluna e punhos.Os idosos podem sofrer de incapacidade ou até mesmo sofrerem complicações que levem a morte devido a estas fraturas. De forma alarmante, uma em cada duas mulheres e um em cada 8 homens vão sofrer uma fratura relacionada a osteoporose em sua vida.  
 A osteoporose é assintomática e indolor até que ocorra uma fratura. E importante descobrir como estão seus ossos agora, e se necessário ajustar seu estilo de vida para evitar o progresso da doença.

Quais os factores de risco para a Osteoporose?

Fatores intrínsecos - sobre os quais não temos capacidade de intervenção como sexo(feminino), estado hormonal (carência de estrógenos), idade (envelhecimento), raça (branca) e estatura (pequena)
Fatores extrínsecos - em que podemos interferir com o objetivo de diminuir o seu impacto sobre o organismo como estilo de vida (alimentação, álcool, cafeína, tabagismo, sedentarismo),doenças(endócrinas, gastro-intestinais, renais, câncer) e medicamentos (corticóides, anticonvulsivos, doses excessivas de hormônio tireoideanos, etc..)




A prevenção é o melhor caminho!

Os ossos humanos crescem até aos 20 anos. A partir dessa idade o tamanho permanece estável, mas aumenta a densidade até aos 35 anos. É a partir dessa idade que a massa óssea começa a perder-se progressivamente. A velocidade de perda é diferente nos homens e mulheres, sendo mais rápida nestas, sobretudo após a menopausa.





Medidas de prevenção

1- 
Fornecimento de cálcio
2- Fornecer quantidades adequadas de vitamina D por exposição moderada ao sol e ingestão de alimentos ricos nesta vitamina;
3- Praticar exercício físico com regularidade e bem orientados.
4- Abandonar o excesso de tabaco e de álcool;
5- Prevenir quedas que têm como consequência a morte, lesões, fraturas, hospitalizações, incapacidade permanente, isolamento social e problemas psicológicos. Os programas de exercício, entre outras vantagens, aumentam a capacidade muscular e a confiança;
6- Fazer o diagnóstico (densitometria óssea)
7- Educar a população - o conhecimento dos factores de risco através de campanhas de consciencialização melhora a compreensão da doença e incentiva as pessoas a adoptar estilos de vida mais saudáveis interferindo sobre os factores extrínsecos;
8- Iniciar medicamentos de substituição (terapêutica hormonal de substituição) quando e nas condições ordenadas pelo seu médico, nas mulheres após a menopausa.

Dois terços das fraturas na coluna vertebral decorrentes da osteoporose não são diagnosticados e acabam não tendo tratamento adequado.

O alerta foi feito pela IOF (Fundação Internacional da Osteoporose, na sigla em inglês) ontem, dia mundial de combate à doença.
Segundo estimativa da organização, a cada 22 segundos ocorre uma fratura vertebral no mundo, a maior parte em função da osteoporose.



Reduza e evite a osteoporose

Exercite-se! Os exercícios físicos dão força muscular e fortalecem os ossos, minimizando o risco de quedas. O trabalho com pesos e a musculação têm mostrado excelentes resultados em pessoas com osteoporose, melhorando a densidade do osso e diminuído o risco de fratura. Atenção! Embora seja um ótimo exercício, a natação resiste à gravidade e não ajuda a manter ou recuperar a densidade óssea.
Entre os alimentos que fornecem cálcio para o organismo, estão legumes escuros (brócolis, couve, mostarda,espinafre, agrião), tofu, sardinha, salmão, amêndoas e castanha-do-pará.
Ingira vitamina D, que é necessária para a absorção do cálcio pelo osso. Os raios solares, por pelo menos 20 minutos diários, ativam a sua produção. Peixes (salmão, atum, sardinha), gema de ovo, óleo de fígado de bacalhau e germe de trigo são fontes com vitamina D.


A quiropraxia pode ajudar ...
Converse com seu quiropraxista sobre maneiras de melhorar a saúde dos seus ossos. Quiropraxistas graduados são treinados para tratar pacientes de todas as idades e podem ajudar pessoas que sofrem de osteoporose a levar vidas mais saudáveis.







quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Artrite Reumatóide e a Quiropraxia


Artrite Reumatóide é uma doença auto-imune sistêmica, caracterizada pela inflamação das articulações, e que pode levar a incapacitação funcional dos pacientes acometidos. É uma doença crônica, que provoca inflamação nas articulações (dor, rigidez, inchaço e perda da função), com tendência a ser persistente, determinando deformidades e invalidez.
A Artrite Reumatóide é uma doença que acomete mais as mulheres (3 a 5 vezes mais do que os homens). E tem seu pico de incidência entre 35 e 55 anos.

Sua etiologia ainda é desconhecida, mas a hipótese de ter relação com fatores auto-imunes é quase um consenso. As células imunológicas entram nos tecidos, e no líquido sinovial há um intenso processo inflamatório, produzindo muitas substâncias tais como enzimas, citocinas e anticorpos.

É importante que o paciente que for diagnosticado com artrite reumatóide, tenha   um tratamento precoce sob a orientação de profissionais capacitados, permitindo que o mesmo tenha uma vida normal e sem limitações na grande maioria dos casos.

O tratamento é realizado com  medicamentos (de acordo com orientação médica),  para que o paciente tenha um alívio dos sintomas, assim como exercícios, que ajudem  na flexibilidade articular evitando a rigidez  e o tratamento quiroprático, que auxilia  também no controle da dor , favorecendo maior mobilidade na articulação afetada, melhorarando assim a qualidade de vida do paciente.
As opções de tratamento são normalmente muito fortes medicamentos que ajudam a reduzir a inflamação e ajudam a salvar as articulações. Outro tipo de tratamento que está ajudando muitos sofredores da artrite reumatóide é Cuidados Quiropráticos.

Como a Quiropraxia pode ajudar?


Quiropraxia para a artrite soluciona o problema prático de se fazer o corpo mover-se mais livremente.  Uma vez que o corpo está alinhado para se mover com menos restrições, a necessidade de alívio da dor diminui de medicamentos ou desaparece por completo. 
Quiropraxia como um tratamento regular também irá ajudar a prevenir artrite, ou pelo menos seus efeitos prejudiciais.

  As mudanças de estilo de vida e terapias associadas com quiropraxia irão influenciar a dieta, exercícios e manter o alinhamento do corpo que os médicos acreditam que irá compensar os problemas de saúde que podem acompanhar a artrite.